Falência de shoppings nos EUA pode estar ligada ao e-commerce e redes

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O começo do fim dos “templos” de consumo.

Uma matéria sobre o fim dos shopping centers nos EUA é mais uma confirmação do que vem sendo comentado há mais de uma década: os negócios não serão os mesmos com o advento da internet.

E não olhe somente para as áreas de transporte (Uber) e hospedagem (AirBnb). Estamos falando de templos do consumo: os shopping centers.

A busca pela expressão “dead malls” (centros comerciais mortos) produz 5,7 milhões de resultados no Google, diz o texto do Estadão. Há até grupos que cultuam estes espaços falidos e abandonados, criando comunidades nas redes sociais. O interessante é que a matéria aponta como obviedade, mas sem nenhum destaque, que este fracasso tem a ver com o sucesso do e-commerce, em que a pessoa tem acesso a preços melhores com conforto e praticidade. Mas também cita as redes sociais, que mudaram o costume do jovem de frequentar shoppings.

Os dados são dos Estados Unidos, mas não estão longe de nós, principalmente porque são de conhecimento público os custos de ter uma loja dentro de um shopping: aluguel, condomínio, publicidade. O cliente final quer sim qualidade, mas quer um preço justo. Converse com um dono de loja nesses espaços e você verá que esses custos obrigatoriamente são repassados ao consumidor, o que inviabiliza o negócio.

Com seu negócio baseado na Internet, um e-commerce, um site de serviços e institucional com conteúdo, você tem relevância, e não fica refém da velha economia.

Vale a leitura e reflexão.
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-desinteresse-americano-por-shoppings,1524197

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